Carlos Alberto Parreira prometeu que a África do Sul desempenhará um bom papel na Copa do Mundo de 2010, da qual será sede. O técnico se comprometeu a montar uma equipe competitiva, ressaltando que tal trabalho será desenvolvido paulatinamente.
‘É um processo longo que se fará etapa por etapa. Não se pode colocar as idéias em prática de um dia para o outro’, ponderou Parreira. ‘Meu programa consistirá em construir uma equipe competitiva. Isso é tudo’.
Segundo o treinador, o grande objetivo da seleção sul-africana deverá ser, obrigatoriamente, a classificação para a segunda rodada do Mundial, já que os Bafana Bafana serão os anfitriões do torneio. No entanto, o treinador brasileiro terá pela frente uma série de dificuldades a serem superadas.
A seleção vem passando por uma crise de confiança, já que no ano passado não se classificou para o Mundial da Alemanha, além ter tido um péssimo desempenho na Copa Africana de Nações, na qual foi eliminada na primeira fase sem marcar um gol sequer.
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Será que os sul-africanos acreditam mesmo no livro do Parreira?
1 de Fevereiro de 2007 às 15:25
PAGALANXE
Apesar de admitir estar armado durante a partida entre Botafogo e Cabofriense, na última quarta-feira, o árbitro Fabio Dornelas Calabria nega as acusações de um torcedor do time da Região dos Lagos, que disse ter sofrido ameaças do juiz.
A agressão teria acontecido após o fim do jogo, vencido pelo Alvinegro carioca por 1 a 0. Calabria, que anulou um gol do Cabofriense depois de validar o lance, foi procurado pelo torcedor no vestiário. Minutos depois, o homem afirmou que o árbitro apontou uma arma para ele.
- Ele entrou no vestiário para chorar as mágoas e, quando viu a arma sobre a mesa, saiu correndo, gritando que eu tinha feito ameaças. Conversamos mais tarde e ele disse que só fez aquilo para aparecer na TV Globo - conta o juiz, que é agente da Polícia Federal.
Com dez anos de profissão e 15 de arbitragem, Calabria garante que jamais apontaria uma arma para um torcedor. O juiz se considera uma pessoa controlada e diz que, para a sua segurança nos estádios, conta com os policiais que exercem essa função.
- Eu ando 24 horas armado, não é só nos estádios, é no cinema, no shopping…mas jamais apontaria arma para um torcedor, sei que eles estão cumprindo o seu papel, que é reclamar - afirma.
CLIQUE AQUI pra ver o vídeo polêmico.
Fonte: GLOBOESPORTE.COM
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Eu, hein. Mas o pior de tudo mesmo é ver esse José Roberto Wright comentando arbitragem. Ele fala uma coisa, volta atrás, volta o que tinha dito antes… faz uma grande festa do caqui em seus comentários. Nunca vi o cara dar uma dentro. Ô loco!
às 15:13
PAGALANXE