Jogando como Manchester, Barcelona foi campeão! Nessa que foi a final de Champions League mais esperada dos últimos anos, o Barça jogando de maneira consistente e segura sagrou-se pela terceira vez ganhador do título europeu de maior importância no continente.
Xavi e Iniesta lideraram a equipe catalã e somados aos gols de Eto’o e Messi não deram chances aos ingleses, que amargaram o vice-campeonato. Ronaldo com uma atuação pífia, perdeu a chance de ser bi-campeão europeu e ser eleito novamente melhor jogador do mundo, título que irá a Messi, com uma atuação de campeão, porém longe de ser brilhante, o argentino carimbou a faixa de melhor jogador do mundo.
Guardiola, em sua segunda temporada como treinador do Barcelona, já escreve as páginas mais vitoriosas da história do clube, que pela primeira vez fez a “Tripleta”: Champions League, Copa do Rei e Campeonato Espanhol.
31 de Maio de 2009 às 00:05
Caio Villa
Nesse meio de semana foi definida a final do melhor campeonato de clubes do mundo, a Champions League.
Na terça, pela Champions League o Manchester United arrasou o Arsenal no Emirates Stadium, 3x1 com grandes atuações de Cristiano Ronaldo e surpreendentemente e principalmente do sul-coreano Park, que fez o primeiro gol, participou ativamente do segundo e de diversas jogadas dos Diabos. Anderson teve boa atuação, longe de ser um jogador decisivo, mas um jogador de extrema importância no esquema tático de Ferguson, e cada vez mais se firma como o único brasileiro titular da equipe mais forte do mundo.
Na outra semi-final, essa em um jogo menos técnico(pela postura do Chelsea) e com muito mais emoção, já que não fora decidido nos primeiros minutos, Chelsea e Barcelona fizeram um jogo ao estilo do time inglês.
O time londrino fez o primeiro gol aos 9 minutos da primeira etapa, com um golaço de Essien, e desde então, se fechou como de costume, e bem como de costume! O Barcelona tem 100 gols em 34 jogos no campeonato espanhol e caminha para ter o maior ataque da história, bastam mais 8 gols nos 4 jogos restantes, atualmente o recorde é do Real Madrid com 107 gols. Sabendo disso, Guus Hiddink preferiu não encarar de frente o Barça, e se limitar aos raros contra-ataques; era uma estratégia de jogo plausível e realista. E isso funcionou, por 92 minutos, até que Iniesta em um belo chute no ângulo, selou a classificacão catalã(e espanhola) a final.
Na final, em Roma, provavelmente teremos duas finais, a que decidirá o campeão da Champions League e a que decidirá o melhor jogador do mundo do ano, Messi ou Cristiano Ronaldo. Nas semi-finais, Ronaldo, sem dúvida, foi mais decisivo para seu time, mas com essa final que privilegia os ataques a disputa está aberta e quem ganha com isso, é o futebol!
8 de Maio de 2009 às 15:51
Caio Villa